O que pode ser feito?

As coisas tornam-se mais claras quando se tem uma noção bem exata do espaço que ocupamos e da nossa capacidade de ação. Então, o próximo passo depois de ter consciência sobre o ambiente, é pensar em formas de relacionar-se com o meio a nossa volta de uma maneira otimizada.

É uma questão de escolha. Ou melhor, das escolhas que fazemos. A cada dia mais pessoas começam a tomar atitudes e a pensar de uma forma mais ampla sobre suas opções e sobre a forma como fazem as coisas e vivem a vida. Separar o lixo, reduzir desperdícios, escolher produtos e serviços de empresas que demonstram preocupação ambiental e responsabilidade social são alguns dos comportamentos que estão sendo praticados por uma parcela cada vez mais importante da população.

Essas escolhas e esses novos comportamentos refletem-se nas ações dos governos, que demonstram dar cada vez mais importância à regulação ambiental. Isso decorre também da constatação de precisamos proteger o futuro e as próximas gerações e, em tese, é isso que um governo deve fazer.

Ao mesmo tempo, empresas têm direcionado suas estratégias de forma a levar essas questões em consideração, aprendendo a lucrar sem piorar os diversos ambientes em que atuam. São iniciativas que vão desde a instalação de fábricas respeitando peculiaridades das sociedades e comunidades onde estão inseridas, passando pela responsabilidade pelos resíduos e emissões dos seus processos até chegar ao apoio a pesquisas e ações para conhecimento e proteção de lugares ameaçados ou intocados.

É uma responsabilidade maior do que simplesmente criar e entregar produtos e serviços com qualidade. Envolve pensar não apenas no custo e nos ganhos puramente econômicos, financeiros, mas também nas relações e na geração de lucros sociais e ambientais. E claro, envolve seguir as regras cada vez mais restritivas impostas pelos governos, no que tange à obtenção de licenças e permissões para operar.

E esses novos desafios vêm sendo encarados e vencidos com sucesso por muitas empresas, dos mais diversos setores, de todos os portes, em todo o mundo.

Mas definitivamente, não é fácil

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