AVISTAR Vale Europeu 2015

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O AVISTAR Vale Europeu Catarinense, é uma versão regional do maior evento de Observação de Aves da América Latina, o AVISTAR Brasil, que acontece a 10 anos na cidade de São Paulo no mês de maio.

Nos dias 19 e 20 de setembro (sábado e domingo), das 7h às 17h, o Jardim Botânico de Timbó receberá uma série de atividades sobre ornitologia, observação e fotografia de aves, conservação, lazer e turismo.

Além de um congresso com grandes palestrantes da área, os inscritos poderão apreciar as seguintes atividades: Oficina de Observação de Aves para Iniciantes, Oficina de Tratamento de Imagens – Photoshop, Atividade de campo com acompanhamento de guia ornitológico profissional, atividades gratuitas de Educação Ambiental envolvendo o tema Aves, como a Oficina Pequenos Naturalistas e o Espaço Recreativo Avistar Kids, Exposição Fotográfica,  Mesa Redonda sobre a Evolução da Caça e sua Transformação Cultural, além de uma pequena Feira de Produtos e Serviços.

 

A programação completa e o link para inscrição você encontra em: www.avistarbrasil.com.br.

Os objetivos principais do evento são apresentar aos observadores de aves brasileiros a potencialidade da região do Vale Europeu Catarinense para a prática da observação de Aves e despertar na comunidade local um olhar promissor desta modalidade de turismo de baixo impacto, como uma alternativa sustentável de negócio.  Estimulando sempre o aumento da conscientização e promovendo a preservação das aves e de seus ambientes naturais, afirmam os organizadores do evento, Maicon Mohr e Juliana Marcelino Mohr.

Este evento é uma realização do Avistar Brasil e da Seledon Turismo e Treinamento, em parceria com o Clube de Observadores de Aves do Vale Europeu – COAVE, Prefeitura Municipal de Timbó e Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí – CIMVI. Conta ainda com o apoio e parceria de Adrian Rupp Birding and Photo Tours (SC), AFNatura (RJ), Irmãos Mello – Fotografia de Natureza (RJ), Táxeus (MG), Eco Pousada Rio dos Touros (SC), Projeto Reintrodução do Papagaio-de-peito-roxo (SC), Hori Consultoria Ambiental (PR),  Maritaca Turismo (MG), Underwater Books (PR), Tafner & Tafner Advogados (SC) e Restaurante Thapyoka (SC).

SERVIÇO

Data: 19 e 20 de setembro de 2015
Local: Jardim Botânico /Timbó-SC
Horário: 7h às 17h
www.avistarbrasil.com.br

Feliz Dia dos Pais

FELIZ DIA DOS PAIS

Há quem diga que somos “preciosos” em relação aos nossos parceiros e amigos, mas somos apenas humanos. Humanos com emoção, daqueles que sentem e partilham os bons sentimentos!

Somos gratos pelos nossos pais e mães que escolheram ser pai e mãe, aqueles e aquelas que por serem pais e mães em tempo integral, são seres especiais e necessários para o nosso mundinho. E são especiais simplesmente por serem humanos que por sua responsabilidade escolhida e planejada, olham para o futuro de forma esperançosa e particularmente positiva.

Temos certeza de que o Pepo, a Amábile, o Gustavo, a Clara, “bebê” e todas as crianças do nosso mundinho tem um futuro garantido com os pais que hoje fazem parte das nossas vidas!

A foto abaixo é uma homenagem da Bio Teia Estudos Ambientais aos pais que sempre olham para as nossas florestas com um sonho de um futuro melhor para a nossa e todas as espécies.

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Portaria do Plano de Manejo da APA Bacia do Rio Descoberto

No dia 11 de dezembro de 2014 foi publicado o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Bacia do Rio Descoberto (Portaria N. 133 de 11/12/2014), um grande presente de Natal para os moradores desta APA e para o Brasil como um todo! Sim, o Brasil ganhou com este Plano de Manejo, pois 67% da água consumida pela população moradora de Brasília sai de dentro desta Unidade de Conservação. O planejamento e a implementação desta Unidade é de estratégia nacional! Brasília é capital do nosso país e, mesmo que contraditório, ela foi construída numa das regiões que mais tem escassez de água ao longo do ano naturalmente, foi construída sobre o Cerrado!

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Um pouco de história para ressaltar este grande feito da Bio Teia Estudos Ambientais e dos nossos grandes parceiros do ICMBIO/APA Bacia do Rio Descoberto/ COMAM e da população moradora:

A APA Bacia do Rio Descoberto foi criada pelo Decreto 88.940 de 07 de novembro de 1983, abrangendo uma área de 39.100 ha, na qual está incluída área correspondente a 8.411 hectares, referentes as glebas I, III e IV da Floresta Nacional de Brasília, como também a Reserva Biológica do Rio Descoberto (distrital) com 434,5 ha, o Parque Ecológico Veredinha com 29 ha (distrital) e o Parque Estadual do Descoberto no Estado de Goiás com 1.935,6 ha.

Segundo o artigo 1º do decreto supracitado, a APARD tem como objetivo principal, “proporcionar o bem-estar futuro das populações do Distrito Federal e de parte do Estado de Goiás, bem como assegurar condições ecológicas satisfatórias às represas da região”. Neste contexto, o objetivo principal da APARD é a proteção do lago do Descoberto e dos mananciais hídricos que o formam.

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Para ordenar o uso da terra na APA, em 1988, foi publicada a Instrução Normativa SEMA/ SEC/ CAP 001/1988 que estabeleceu um zoneamento ambiental, elaborado com base em estudos contratados pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB), empresa pública responsável pelo abastecimento de água da capital federal. Constatada a necessidade de revisão desse instrumento de manejo, o IBAMA, em 1994, tomou a iniciativa de contratar novos estudos com vistas à revisão do seu zoneamento, trabalho que foi elaborado em sua maior parte, mas não finalizado por questões técnicas e políticas na época. Outra tentativa de atualização ocorreu em 1998, quando foi iniciada a elaboração de um Plano de Gestão, também não concluído por insuficiência de recursos.

A partir da insuficiência de implementação da Instrução Normativa SEMA/SEC/CAP 001/1988 e da impossibilidade de conclusão da revisão do zoneamento, das demandas emergentes de conservação dos mananciais hídricos do Distrito Federal e de todos os conflitos existentes em relação ao uso do solo e ocupação desordenada, viu-se a possibilidade de incluir no TAC 013/2005 da empresa Qualix (atualmente Sustentare S/A) a elaboração do Plano de Manejo da unidade.”

Agora em 2014 o planejamento da APA Bacia do Rio Descoberto foi concluído! A Bio Teia Estudos Ambientais aceitou o desafio de juntamente com a Sustentare S/A elaborar este Plano de Manejo juntamente com o Plano de Manejo da Floresta Nacional de Brasília, que ainda está em fase de aprovação do seu Plano de Manejo.

Para a elaboração deste trabalho contamos com vários parceiros que nos surpreenderam e nos ensinaram muito e cabe aqui ressaltar estas instituições: Administração Regional de Brazlândia, Administração Regional de Taguatinga, Município de Águas Lindas de Goiás, CAESB – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, IBRAM – Instituto Brasília Ambiental, Pró-Descoberto – Associação dos Produtores e Protetores da Bacia do Rio Descoberto, AGE – Associação de Agricultura Ecológica, EMATER – Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural, EPAGRI e IBAMA.

Junto a estas instituições os seus representantes dos quais eu destaco primeiramente a Sra. Célia Lontra Analista Ambiental do ICMBIO e que foi coordenadora deste Plano de Manejo. Os chefes da APA Bacia do Rio Descoberto, o Lídio e o Robson e toda a equipe de analistas. E da comunidade destaco o Sr. Fabio Harada da Administração Regional de Brazlândia, o Sr. Fabio Baker, da CAESB, o Sr. Rogério Silva do IBRAM, a Sra. Rosany Carneiro e seu pai da Pró-Descoberto e o Sr. Jorge Arthur e sua esposa Terêsa da AGE. Foram pessoas que demonstraram a sua civilidade e interesse em fazer com que esta Unidade de Conservação cumpra com os objetivos para os quais ela foi criada.

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Todos os participantes, além dos que foram destacados, foram marcantes e altamente produtivos ao longo do processo de elaboração do Plano de Manejo da APA Bacia do Rio Descoberto.

A Bio Teia Estudos Ambientais é uma empresa jovem, mas os profissionais que trabalham com a nossa empresa se destacam por terem em sua formação e profissão a conservação dos ambientes naturais e a vontade de deixar um futuro melhor para o nosso país. São eles: Vegetação – Eduardo Brogni – Engenheiro Florestal, Msc Engenharia Ambiental e Carlos Eduardo Grippa – Biólogo e estagiária a Fernanda Cristina F. Crispim – Bióloga; Ictiofauna – Gislaine Otto – Bióloga, Msc Zoologia; Avifauna – Adrian Eisen Rupp – Biólogo e Daniela Fink – Bióloga, Msc. Meio Ambiente e Saúde; Herpetofauna – Wilian Vaz-Silva – Biólogo, Dr Ciências Ambientais e o Paulo Henrique Pereira de Souza – Biólogo; Mastofauna – Cintia Gizele Gruener – Bióloga, Msc Engenharia Ambiental e ainda David Luz, biólogo que estudou as abelhas-sem-ferrão na FLONA de Brasília e participou da Oficina de Pesquisadores da APA Bacia do Rio Descoberto para auxiliar no planejamento.

Na área socioambiental nós tivemos o Marcos Alexandre Danielli – Biólogo e mestre e a Edilaine Dick – Bióloga, Especialista em Educação no Campo e Desenvolvimento Territorial. Esta última pesquisadora moderou as Oficinas de Planejamento Participativo e fez toda a diferença em unir todas as instituições participantes em prol da elaboração de um zoneamento mais efetivo e eficiente.

Na parte física tivemos a Sara Ferrigo, Clima, Mapa do Uso do Solo e Pedologia, a Kassia Castro e a Larissa Ane Sousa Lima – Geologia; Ricardo Vieira – Hidrogeologia; Tatiana Gonçalves Diniz –Geomorfologia, junto com o Gervásio Barbosa S. Neto, que também fez o estudo de análise de paisagem. E para coordenar toda esta equipe aí acima o Dr. Henrique Llacer Roig, professor da UNB, além de elaborar todos os mapas de análise do meio biótico e análise de paisagem.

O SIG – Sistema de Informação Geográfica e finalização dos mapas elaborados pelas equipes foram finalizados pela minha grande amiga Vitória Monteiro!

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A família Bio Teia tomou este trabalho como sendo parte de sua vida, se preocupou e sofreu, e se alegrou em cada perda e em cada conquista.

Hoje o Plano de Manejo da APA Bacia do Rio Descoberto é uma realidade e ele está concretizada, cabe ao poder público e aos representantes da sociedade civil fazê-lo ser executado da melhor forma possível e a implementação da APA Bacia do Rio Descoberto ser uma realidade que dure para todo o sempre. A sociedade brasileira precisa desta Unidade de Conservação!

Eu Fabiana Dallacorte, Bióloga, administradora da Bio Teia Estudos Ambientais e coordenadora do Plano de Manejo da APA Bacia do Rio Descoberto tenho muita gratidão pelos ensinamentos e pela amizade conquistada ao longo do processo de elaboração deste Plano de Manejo.

Contem comigo sempre que precisarem.

Fabiana Dallacorte

Flagrante da fauna

Nossa amiga Jéssika Maryellen Kalk, Bióloga, colaboradora da Bio Teia Estudos Ambientais fez uma bela fotografia de uma Hypsiboas faber dentro de uma bromélia.

Hypsiboas faber (Wied-Neuwied, 1821) (FIG 08) no período da desova essa espécie é geralmente encontrada em corpos dágua grandes e permanentes, em ambientes abertos ou florestais. Fora desse período reprodutivo é encontrada em florestas sobre as árvores. Os girinos vivem sobre o fundo de lagos. Os girinos alimentam-se de matéria em suspensão, detritos e organismos animais e vegetais em decomposição. Os adultos alimentam-se de alguns insetos. Apresenta distribuição ampla na Mata Atlântica, ocorrendo nos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de localidades no Paraguai e Argentina (Condez et  al, 2009).

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08 de março – Dia da Mulher

Somos gratos por nossas guerreiras, cientistas, mulheres de fibra!

Obrigada nossas ilustres pesquisadoras, Biólogas, mestres e doutoras. Vocês fazem com que o futuro de nosso mundo seja melhor. Vocês ajudam a garantir a vida no nosso planeta!!!

Mulheres que amam cuidar de felinos…

Rio do Mato - Poço Verde (9)

…de aves…

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…de pererecas…

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… de peixes e macroinvertebrados aquáticos!_DSC6960

Mulheres que trabalham com outras mulheres, crianças, homens, gente da terra! OLYMPUS DIGITAL CAMERA

O nosso eterno OBRIGADA pelo que vocês representam para as presentes e futuras gerações. A Bio Teia se sente honrada por tê-las em nossas vidas e desejamos que seus sonhos alcem vôos cada vez mais promissores na ciência brasileira._DSC6911

Com carinho,

Fabiana Dallacorte – Bióloga, Sócia Administradora da Bio Teia

Luiz Dallacorte – Sócio da Bio Teia

 

Distribuição geográfica de árvores da Mata Atlântica pode cair 65% até 2100

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Distribuição geográfica de árvores da Mata Atlântica pode cair 65% até 2100

26/08/2013, por Noêmia Lopes / Agência FAPESP
Caso se concretizem as projeções mais otimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e a temperatura nas áreas com remanescentes de Mata Atlântica aumentar até dois graus Celsius, a distribuição geográfica das árvores desta floresta poderá ter redução de 30% em 2100. Se as estimativas mais pessimistas vingarem e o aquecimento atingir a casa dos quatro graus Celsius, tal redução poderá chegar a 65%.

O alerta foi feito por Carlos Joly, coordenador do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (BIOTA-FAPESP) e pesquisador do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB/Unicamp), durante o sexto encontro do Ciclo de Conferências 2013 do BIOTA Educação, realizado no dia 22 de julho na FAPESP, em São Paulo.

Os números foram obtidos a partir de um levantamento que começou em herbários. “Identificamos pelo menos 30 pontos de ocorrência exata de árvores da Mata Atlântica e, com isso, fizemos um mapa de onde elas ocorrem hoje em determinadas condições de temperatura, precipitação, tipo de solo e altitude”, explicou Joly.

Considerando os 30 pontos iniciais, o passo seguinte foi usar um algoritmo para calcular em que outros lugares haveria potencial para a ocorrência das espécies, o que deu origem a um segundo mapa. De acordo com o pesquisador, “isso nos permitiu dizer que determinada espécie é capaz de ocorrer em certa localidade, sob certas condições anuais de temperatura e precipitação”.

Em seguida, as projeções do IPCC permitiram traçar o panorama de 2100, considerando cenários mais e menos otimistas. “Estimamos que a porção nordeste dos remanescentes – onde a estimativa é que também haja redução significativa de chuvas – vá diminuir. E a distribuição geográfica das espécies ficará mais restrita a áreas como a Serra do Mar, onde a precipitação é garantida e o relevo impede que a temperatura suba demais”, afirmou Joly.

Estoques de carbono

Outro tema abordado durante a conferência foi o monitoramento do carbono estocado na Floresta Atlântica paulista, em uma faixa equivalente a 14 campos de futebol entre Ubatuba e São Luiz do Paraitinga.

Desde 2005, pesquisas viabilizadas pelo BIOTA-FAPESP e pelo Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG) investigam os remanescentes de Mata Atlântica na região, inclusive no que diz respeito às trocas gasosas entre as plantas e o meio ambiente.

O acompanhamento é feito por meio de cintas de aço colocadas nos troncos das árvores – a medição do diâmetro, a cada dois anos, aponta quanto carbono vem sendo fixado por elas. “Também monitoramos árvores que morrem e vão entrar em decomposição e plantas novas, que no último período verificado cresceram o bastante para entrar em nossa amostragem”, afirmou Joly. Uma torre de 60 metros de altura, equipada com um grande conjunto de sensores, também mede o fluxo de trocas gasosas, além de radiação, chuva, vento, entre outros fatores.

Os resultados obtidos até o momento apontam para a existência de grandes estoques de carbono, principalmente no solo das regiões mais altas, onde as temperaturas frias tornam o processo de decomposição mais lento e há acúmulo de serapilheira – camada fofa que se forma com folhas caídas no chão.

“Imaginamos que, em um processo de aquecimento, a serapilheira que se acumulou por milhares de anos vai se decompor mais depressa, fazendo com que a floresta libere mais gás carbônico do que pode assimilar. Ou seja, ela se tornaria uma fonte emissora e nós perderíamos o serviço ambiental de estocagem que hoje as espécies nos prestam”, explicou Joly.

Nos próximos anos, o monitoramento na Floresta Atlântica paulista será comparado a estudos na Floresta Amazônica e em florestas da Malásia, em parceria com pesquisadores britânicos. Já se sabe, por exemplo, que a Floresta Amazônica não acumula tanto carbono no solo como a Atlântica e, nas medições anuais, estabelece trocas com a atmosfera que resultam em um balanço próximo a zero.

Fauna e sensoriamento

André Victor Lucci Freitas, pesquisador do IB/Unicamp, também participou da conferência apresentando dados sobre origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica. Ele apontou que a grande diversificação e o alto endemismo faunístico podem ser explicados por um conjunto de processos.

“A interação entre as tolerâncias ambientais dos diferentes grupos de animais, a heterogeneidade de habitats (florestas, restingas, campos) e os processos históricos (como variações climáticas no passado) explicam a grande diversidade encontrada ao longo de toda a extensão da Mata Atlântica”, disse Freitas.

O terceiro palestrante, Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), tratou sobre os bastidores do desenvolvimento de um atlas.

“O acompanhamento, agora anual, dos remanescentes da Mata Atlântica é feito a partir da interpretação de imagens de satélites. Fotografias aéreas resultariam em um detalhamento maior, mas essa ainda é uma técnica muito cara para a grande extensão que precisamos monitorar”, disse. Outro desafio é identificar desmatamentos menores causados pela expansão urbana.

De acordo com Ponzoni, o bioma cobre 7,9% de sua extensão original, se considerados os remanescentes acima de 100 hectares. Quando computados todos os polígonos com 100 hectares ou menos, o domínio é de 11% a 16%.

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Informação encaminhada por cortesia de

Officio e Ambiente Ltda.

Assessoria – Projetos – Consultoria – Grant writing – Fundraising

skpe: anaisabelbbp

e-mail: officio.ambiente@gmail.com

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A Bio Teia completa sua terceira volta em torno do sol.
É uma empresa viva, que ajuda outras empresas, governos
e organizações a cuidar desse pedaço de rocha frágil que é
a Terra.
Vamos para o mato, estudamos bichos e árvores,
nos relacionamos com comunidades e instituições,
avaliamos processos industriais e oferecemos estudos
e respostas que ajudam diretamente na conservação
e proteção da natureza.
Hoje comemoramos, e agradecemos a todas as pessoas, familiares, colaboradores, clientes, parceiros, e instituições que estão ajudando a fortalecer nossa teia. Podem contar com a gente.
Estamos gostando e vamos continuar a ajudar.

Reunião de Grupo de Trabalho da APA Bacia do Rio Descoberto

Hoje tivemos uma experiência muito importante para a realização do Zoneamento da APA Bacia do Rio Descoberto (APARD). O Grupo de Trabalho de elaboração do mapa de Uso do Solo da APARD refinou e aprovou o mapa de uso do solo elaborado em três reuniões deste grupo e iniciou as primeiras discussões sobre o zoneamento da unidade.

Obrigada a todas as pessoas que se disponibilizaram a participar e fazer um ótimo trabalho.

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Desabafo do papagaio-do-peito-roxo!

Hoje, depois de alguns dias, abri o Facebook e vi o desabafo da pesquisadora Vanessa Tavares Kanaan e tomei a liberdade de publicar, vai de encontro com o que a Bio Teia pensa. É triste ver que iniciativas como o trabalho de Soltura do Papagaio-do-peito-roxo e do Projeto Carnívoros dão certo e se mostram altamente efetivos quanto a conservação de espécies  encontram problemas o sentimento é de impotência e desestimulo a tentar a mudança.

O quanto é difícil a conscientização e pior ainda, o quanto é difícil fazermos com que as leis sejam cumpridas. Estamos longe da ter efetividade dos órgãos ambientais por não termos investimentos no Brasil para a conservação.

Vida longa ao projeto e aos papagaios! Vida longa aos nossos pumas!

Segue o relato da pesquisadora:

Escrever projetos; conseguir licenças ambientais; reabilitar, soltar e monitorar animais; ficar longe de casa; educar pessoas; preencher relatórios; defender suas ideias que são bastante controversas; implorar por dinheiro; conseguir outros voluntários; conquistar parceiros; envolver a comunidade … Até que um belo dia uma pessoa de fora pega o papagaio e coloca na gaiola porque é mais legal assim!

Essa é uma história real e até um pouco antiga de um roxinho da primeira soltura que foi recuperado no Rio Grande do Sul e não pode ser solto novamente. Fim de sua liberdade, da sua chance de cumprir seu papel da natureza, de educar os outros, de nos encantar com sua beleza.

E ai, como se luta contra o tráfico de animais silvestres quando apenas uma pessoa pode fazer esse estrago todo?

Rumo ao Parque Nacional das Araucárias para mais um monitoramento… As vezes é difícil manter as esperanças!”

Foto: www.facebook.com/EspacoSilvestre – Vanessa Tavares Kanaan

Nossa querida RPPN Chácara Edith!!

Estreia do Projeto ‘Nossa Terra’ , explorando a Mata Atlântica catarinense e destacando as RPPNs de Santa Catarina na RBS.

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/t/edicoes/v/projeto-nossa-terra-estreia-explorando-a-mata-atlantica-catarinense/2824159/

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